terça-feira, 2 de março de 2010

MOVIMENTO HIPPIE E CONTRACULTURA

Texto: WOODSTOCK: ROCK, PAZ E AMOR
WOODSTOCK: ROCK, PAZ E AMORWoodstock foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana", organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, Nova York, de 15 a 18 de agosto de 1969. Era para ocorrer na pequena cidade de Woodstock, estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular. O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, além de uma trilha-sonora com os melhores momentos.Woodstock surgiu dos esforços de Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Roberts e Rosenman, que entrariam com as finanças, colocaram um anúncio sob o nome de Challenge International, Ltd., no New York Times e no Wall Street Journal ("Jovens com capital ilimitado buscam oportunidades de investimento legítimas e interessantes e propostas de negócios"). Lang e Kornfeld responderam o anúncio, e os quatro reuniram-se inicialmente para discutir a criação de um estúdio de gravação em Woodstock, mas a idéia evoluiu para um festival de música e artes ao ar livre.Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia. Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.Este influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene.Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos.Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público.“Eu quero viver do amor e da paz que vem de Deus”.
Lucimar Simon
“Faça amor, não faça guerra” / “Podia se fazer o que quisesse – e nós fizemos”.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O Mito e a origem da filosofia
A palavra filosofia deriva de dois termos gregos: filo (philia = amizade) e Sofia (Sophia = sabedoria). Filosofia significa, portanto, “amizade pela sabedoria”, ou “amor ao Saber”.
Como amantes da sabedoria da sabedoria, somos antes de tudo inquietos. Somos pessoas que percorrem as veredas do saber em busca da ALETHÉA (verdade) , para que nos livremos de preconceitos e de radicalismos.
Conhecendo as coisas além dos seus aspectos superficiais, e percebendo sua razão de ser, estaremos mais próximos de uma condição de vida mais livre. De posse dessa condição, podemos lutar pela dignidade humana. Todas essas possibilidades dependem, em última análise, do amor que temos pela vida e do respeito que nutrimos por nós mesmos.
Em que momento nasce a filosofia? Estudiosos e pesquisadores apontam o período de 800 a 500 a.C. como aquele em que se deu o florescimento e a consolidação dessa prática reflexiva. A filosofia favoreceu o desenvolvimento da atitude científica e do pensamento abstrato dedicado à busca do princípio e da essência das coisas. A partir delas, os homens não mais explicariam os fatos e os fenômenos pela sua mera aparência, nem precisariam se guiar pelos mitos, preconceitos e superstições.
Um aspecto importante a ser considerado é a organização social e política da Grécia, que estava bastante relacionada aos limites geográficos de seu território. Estes limites, se não permitiram a formação de um grande império, propiciaram o surgimento de pequenos Estados independentes _ as cidades-Estados (pólis).
A mitologia grega não se pendia a princípios rígidos e verdades inquestionáveis. Era uma coletânea de lendas e tradições populares sobre deuses que não só eram representados como semelhantes aos homens no aspecto físico.

Principais deuses:
Afrodite=deusa do amor
Ártemis=deusa dos bosques, das montanhas e da caça
Cárites=deusa da beleza
Hebe=deusa da juventude
Prometeu=deus engenhoso, entregou o fogo aos homens
Zeus=O soberano dos deuses
Apolo=deus da música, da poesia e da profecia
Atena=deusa da estratégia militar
Ares=Deus da guerra
Caos=deus do vazio, do indefinido
Eros=deus do amor
Hefesto=deus do fogo e das habilidades técnicas
Hermes=Mensageiro dos deuses
Perséfone=deusa do mundo dos mortos

sábado, 30 de janeiro de 2010

SOCIOLOGIA
CAPÍTULO PRIMEIRO

O QUE É SOCILOGIA?
Desde os primórdios da história que o homem, a exemplo de todos os outros animais, de forma grupal, interagiu para superar as adversidades cotidianas buscando de forma coletiva se sobrepor a essas dificuldades ora apresentada pelas condições climáticas, ora pela escassez de alimentos, ora pela perseguição de animais ferozes e etc.
Essas dificuldades se estenderam por muito tempo, se sobrepondo a mais de 4.000 anos. Nesse contexto de interdependência grupal, os seres humanos foram desenvolvendo habilidades, alguns pressupostos de comunicação até que as relações de comunicação tornassem amplas e mais palpáveis a ponto de se começar a serem transmitidos os primeiros veios de transmissão de idéias, desejos, motivações e, até mesmo, as primeiras emoções.
Sendo assim, essas aptidões, essas competências, foram com o passar do tempo, sendo aprimoradas através da linguagem, dos símbolos, imagens e, como conseqüência, os elementos da arte (desenhos rupestres, esculturas...).
Entretanto, com o advento da escrita as coisas avançaram de forma, ainda mais avassaladora. Seguindo essa viagem histórica até se chegar ao conceito de sociologia, caminharemos no sentido de vislumbrar o surgimento das cidades (a polis grega) e a ampliação da cultural que foi modificando o mundo de forma mais veloz.
É por assim dizer que se pode afirmar, segundo o autor Pérsio Santos de Oliveira (mestre em filosofia, Letras e Ciências Humanas) que... ”SOCIOLOGIA É A CIÊNCIA QUE ESTUDA AS RELAÇÕES SOCIAIS E AS FORMAS DE ASSOCIAÇÃO, CONSIDERANDO AS INTERAÇÕES SOCIAIS QUE OCORREM NA VIDA EM SOCIEDADE.
A SOCIOLOGIA ENVOLVE, PORTANTO, O ESTUDO DA ESTRUTURA SOCIAL, DOS GRUPOS E DAS RELAÇOES SOCIAIS, DA DIVISÃO DA SOCIEDADE EM CLASSES E CAMADAS, DA MOBILIDADE SOCIAL, DAS INSTITUIÇÕES DAS RELAÇÕES DE TRABALHO, DOS PROCESSOS DE COOPERAÇÃO, COMPETIÇÃO E CONFLITONA SOCIEDADE, ETC.
Em contrapartida, Max Weber (1864-1920) de nacionalidade alemã, definia Sociologia como “uma ciência voltada para a compreensão interpretativa da ação social e, por essa via, para a sua explicação causal no seu transcurso e nos seus efeitos”
Diante destes conceitos, chega-se a um denominador comum que a sociedade é uma rede de relações entre indivíduos, entre grupos sociais e entre instituições. Por isso é que podemos analisar a sociedade tanto no nível das relações entre indivíduos na sua vida cotidiana como no nível da forma ou estrutura de tais relações, posto que estas apareçam personificadas nos conceitos, normas e regras que regulam a conduta social. Mas tais estruturas experimentam mudanças: portanto a sociedade deve ser estudada em seu desenvolvimento histórico e não como um simples grupo de gente ou um conjunto de instituições existentes num dado momento. (BOTTOMORE, Thomas. In MARQUÉS, J.,MOLLÁ, D., SALCEDO, S. A Sociedade Atual. Rio de Janeiro: Salvat Editora do Brasil,1979.P.9 Coleção Biblioteca Salvat de Grande Temas.


PRINCIPAIS ESCOLAS

Dentre os principais pensadores e articuladores das primeiras escolas sociológicas destacaram-se Augusto Comte (1798-1857) e Emile Durkheim (1858-1919). O primeiro, considerado o pai da sociologia, nascido em Montpellier, na França, monarquista, levou uma vida cheia de conturbações chegando a ser expulso da Escola Politécnica e ter tido largas relações de aprendizagens como discípulo de Saint Simon, defensor ferrenho e fundador do Socialismo Utópico vindo mais tarde a se contrapor ideologicamente ao mesmo. O segundo, também francês, na década de 1890 instituiu um novo seguimento sociológico, dissidente do positivismo comtiano, autonomeado SOCIOLOGISMO, (que consistia em uma doutrina positivista voltada para o meio social, que buscava compreender os mecanismos que orientaram os homens a viver em harmonia social), tentou fazer da Sociologia uma ciência tão racional quanto às ciências naturais.
Comte, fundador da ciência positiva (O POSITIVISMO), foi incisivo em afirmar que a sociedade, como um todo, deveria ser considerada um organismo vivo, cujas, partes desempenham funções específicas que contribuem para manter o equilíbrio. Nesse âmbito, delineou uma maior importância ao método positivo de conhecimento, através do qual procurou formular as leis gerais que arregimentam, regem a sociedade.
Durkheim, que terminou os últimos anos da sua vida dedicando-se aos estudos de religião, foi o precursor dos primeiros conceitos da nova ciência. Além de ter sido Sociólogo, também era filósofo. Este demonstrou que os fatos sociais têm características próprias, devendo por isso ser analisados via métodos diferentes dos empregados pelas outras ciências.
Este procurou elaborar uma ciência explicativa do fato social que, segundo sua perspectiva, teria um poder e uma entidade próprios, buscando assim, a exemplo das ciências naturais, identificar as leis gerais do funcionamento social.

O ENSINO DA SOCIOLOGIA
TEORIAS E CONCEITOS – Ferramentas do Pensar Sociológico
Segundo professor da Universidade de São Paulo (USP), Nelson d. Tomazi, o ensino da Sociologia tem Três elementos metodológicos que devem ser levados em contas. Tendo em vista uma tradição sociológica, como a própria sociologia se constituiu que são as teorias, os conceitos e temas. Para ele (o professor) estes três elementos são essenciais no momento da sociologia, que deve ser considerado, também, a tradição sociológica que não é muito extensa, mais tem uma tradição aproximada de quase cem anos, onde foram se constituindo determinadas teorias.
Com o surgimento da Sociologia, segundo ainda o professor Tomazi, se teve várias tendências, pois Marx ao pensar a sociedade capitalista, vai pensar a partir de certos pressupostos, mas desenvolver determinados conceitos em cima de temas que estavam presentes na realidade, como por exemplo, as desigualdades sociais, o desemprego e a exploração, através do trabalho.
Nenhum conceito existe por si só. Ele não aparece do nada. O conceito de burguesia, por exemplo. Se formos pegar um texto do Século V, que fale sobre o tema, iremos observar que o burguês desse período era nada mais nada menos do que os habitantes do Burgo. O que era o Burgo? Era aquele núcleo urbano, as vilas, as aldeias. Indo um pouco mais adiante, iremos notar que a mesma expressão burguesa, burguesia, podia ser relacionada ao comerciante, aquele que fazia comércio. Nesse espaço de tempo sendo ainda o habitante do burgo.
Se se pensar um pouquinho ainda mais adiante, ou anos depois, o burguês é aquele que é contra a aristocracia, ou seja, é um indivíduo que não se é mais comerciante, mas ele é também um industrial. E quando se fala das revoluções burguesas, por exemplo, a burguesia está se falando que esta, estava contrapondo-se e pode se dizer, uma classe revolucionária.
Então, nesse processo, a burguesia revolucionou as relações, ou seja, em determinados momentos colocou-se como revolucionária. Agora, num outro momento da história, a burguesia no poder, representou o conservadorismo, ou seja, surgiu como conservadora. Então a expressão, a idéia, ou o conceito de burguesia não pode ficar estático, ele também tem uma história.
Em outras instâncias, que se fala de teorias, é necessário dizer que elas surgem não sempre da mesma forma. Muitas teorias surgem do desenvolvimento de um determinado pensamento do senso comum. As pessoas vão falando uma coisa vai tentando dá explicações aqui, outras ali, e um observador, um pouco mais afinado com certas preocupações intelectuais, vai dizer.
Bom, mais isso aí é interessante, mas não dá conta de quase tudo. Ele vai partir de certas indagações muitas vezes daquilo que as pessoas fazem e vai desenvolver essas indagações com outras perguntas, outros questionamentos e desenvolver conceitos para dá conta de uma preocupação que muitas nascem do senso comum, como já foi mencionado acima. Tipo, por que acontece isso, por que o sol nasce sempre assim, porque existem tantas mortes, quer dizer, isso são preocupações do cotidiano que o indivíduo não aceita como sendo uma fatalidade e, a partir daí, ele tenta desenvolver uma explicação que seja mais racional.
Essa é uma questão como pode surgir uma teoria, ou determinados conceitos para se dá conta de um fenômeno.
Outra forma é puramente formal ou intelectual. O indivíduo não está mais preocupado com o que as pessoas pensam mais lhe vem algumas determinadas dúvidas. Ele diz. Mas tantas coisas estão ocorrendo e ninguém explica. Sendo assim, ele parte de alguma coisa e fica trabalhando formalmente quais as possíveis relações que isso tem a ver com isso ou aquilo, ou seja, ele não faz pesquisa, ele não faz nada, ele constrói um tremendo arcabouço teórico na sua mente e faz relações com isso.
Então vai, com isso, construindo um universo intelectual sobre um determinado assunto, que se poderia chamar de uma teoria formal, de uma sociologia formal, teórica, pura e simplesmente.
O mais comum, num trabalho de desenvolvimento do pensamento sociológico, são as teorias de conceitos desenvolvidos através da pesquisa. Nesse âmbito, resolve-se pesquisar a realidade. Isso serve para discutir a questão dos trabalhadores, as questões de como as pessoas se alimentam se vestem, se comportam, em algumas situações ou como que a escola está se estruturando e o que acontece com o poder, se desenvolver, através do sistema de poder, ou seja, questões econômicas.
Não importa. O que importa é buscar a atitude da pesquisa. E aí se faz necessário pegar algumas obras de alguns pensadores especialistas nos assuntos.
Dessa forma, ainda hoje, para você desenvolver uma teoria, pode-se se seguir os três caminhos citados anteriormente. Seja a partir do senso comum, seja a partir do que as pessoas falam, seja do pensamento puramente formal, ou seja, da pesquisa. Óbvio que quando se fundamenta na pesquisa, essa teoria sempre aparece com mais vigor.
O pensador Karl Marx (1818-1883), nascido em Treves – Prússia Renana, depois Alemanha, de formação acadêmica em filosofia, direito e história, levou, por exemplo, só para fundamentar o que foi dito antes, a discutir as condições sociais de seu tempo. Posteriormente, desenvolveu estudos em economia.
A partir de então, toda uma produção visava conhecer e explicar os fundamentos da sociedade capitalista e da possibilidade de se fazer uma revolução, alterando-a radicalmente.

PALAVRAS CHAVES OU CONCEITOS
QUE IDENTIFICAM O PENSAMENTO DE KARL MARX

Modo de Produção Capitalista,
Fetiche da Mercadoria,
Relações Sólidas de Produção,
Divisão Social do Trabalho,
Força de Trabalho,
Lutas de Classes,
Ideologia,
Alienação,
Mais-valia,
Revolução.

Emile Durkheim (1858-1917) nasceu em Epinal – Loraine, na França. Considerado como quem estabeleceu os princípios da Sociologia enquanto ciência. Teve uma formação inicial em Filosofia.

PALAVRAS CHAVES OU CONCEITOS
QUE IDENTIFICAM O PENSAMENTO DE DURKHEIM
DIVISÃO DO TRABALHO SOCIAL,
METODO SOCIOLÒGICO,
SOLIDARIEDADE ORGÂNICA,
SOLIDARIEDADE MECÂNICA,
ITEGRAÇÃO SOCIAL
INSTITUIÇÃO

Max Weber (1864-1920) – Nasceu em Erfurt – Turingia – Alemanha. Tendo como base uma formação acadêmica em Direito, História, Filosofia e Economia, analisou a sociedade de então levando em conta os aspectos históricos que fundamentavam sua existência e sua configuração. Sua obra tem uma abrangência que aborda questões sobre religião, capitalismo, política, burocracia, cidades, música etc.

PALAVRAS CHAVES OU CONCEITOS

QUE IDENFICAM O PENSAMENTO DE MAX WEBER
Relações de Sentido,
Espírito do capitalismo,
Ação social,
Ética protestante,
Desencantamento,
Tipo Ideal,
Compreensão,
Nacionalização.

OBJETIVO DA SICIOLOGIA
O que é? Para que serve?
Em sua magna obra, “IMAGINAÇÃO SOCIOLÓGICA”, Charles Wright Mills (1916-1962) destacou que... “a Sociologia serve para desenvolver a capacidade de o indivíduo perceber aquilo que ocorre no cotidiano da vida e dos seus contemporâneos relacionados com questões mais amplas que se desenvolvem na sociedade, como por exemplo, a fome, o desemprego etc.
Destacou ainda que... “o indivíduo só pode compreender sua própria experiência e avaliar o seu próprio destino localizando-se dentro do seu período histórico. Só pode conhecer as suas possibilidades na vida tornando-se cônscio das possibilidades de todas as pessoas nas mesmas circunstâncias”...
Já o renomado Pierre Bordieu (1930-2002),...” A Sociologia serviria para que as pessoas reconhecessem a causa dos sofrimentos que elas vivem não é uma questão pessoal e sim uma questão muito mais geral, uma questão social que leva as pessoas a terem uma intimidade com o sofrimento”...
Em outra instância Zigmunt Bauman, (1925), afirma em sua obra que... ”Não há propriamente uma Sociologia ‘engajada’ ou ‘desengajada’. A sociologia teria por função mostrar as possibilidades dos indivíduos viverem em liberdade.